i gotta a man who makes me wanna kill
i gotta a man who makes me wanna kill
i gotta a man who makes me wanna kill
babies, babies, babies, baaaaaabiiiiiieeeeessssss
30 de mar. de 2008
26 de mar. de 2008
18 de mar. de 2008
empreendedorismo
resolvi abrir uma firma e ganhar dinheiro com algo inspirado na minha vida sexual: um delivery de pizza em que, ao invés do cliente ligar pedindo a comida, a gente liga oferecendo.
8 de mar. de 2008
eternamente insatisfeita
tirei os 2 dentes do siso que faltavam ontem e, por isso, estou em casa de molho. a cara inchada, um puta gosto ruim de sangue na boca e a auto-estima lá na unha do dedo mindinho do pé esquerdo. ficar sem fazer nada me faz pensar em mim. ou em quanto, cada dia que passa, me afasto de mim mesma, da minha realidade.
quando terminei com o namorado de quase 5 anos, há pouco mais de 6 meses, tinha certeza que ia encontrar a mim mesma. ia encontrar a menina que eu tinha perdido quatro anos e meio antes, quando deixei de ser eu mesma pra ser a namorada perfeita. claro, q no período em que eu finigia ser a namorada dos sonhos, muitas vezes, a minha essência insistia em tomar conta de mim e, quando eu percebia, eu estava sendo a velha garotinha problemática de sempre. e era essa garotinha irresponsável, insensível, insandecida que eu tava procurando quando larguei, pra sempre, o namorado.
em uma semana, não só a encontrei, como ela tomou conta d mim e passei a me sentir completa d novo. momentos incríveis aconteceram... como o q eu descrevi no texto "solteirice", que escrevi em alguma aula da faculdade, no fim do ano passado. conheci pessoas impressionantes, me reaproximei de pessoas inesquecíveis e fiquei plenamente satisfeita.
mas, parece que, com a ausência de dois dentes, estou me sentindo vazia de novo. não vazia o suficiente para ligar pro ex-namorado e querer transar com ele. mas vazia o suficiente para questionar quem eu sou. parece que ser só a garotinha problemática, embebida em álcool e noitadas, não é o suficiente. mas também não é o suficiente ser a namorada perfeita, que ama o namorado e é capaz de qq sacrifício por ele. não são suficientes as amigas, os amigos, as bebidas, as baladas, o sexo ocasional, o sexo com hora marcada com aquele cara q nunca liga no dia seguinte, as músicas, o carro, o dinheiro, a mãe, o pai. nada é suficiente pra mim.
se a falta dos dentes me deixou vazia é pq em algum momento dessa semana, eu achei que estava grávida. e fiquei desesperada, pq, não seria capaz d levar adiante uma gravidez nesse momento louco d vida. mas, se eu estive grávida d verdade, talvez tivesse algum motivo pra não querer estragar a mim mesma, me punir, por eu não conseguir ser quem eu gostaria que eu fosse. se eu estivesse grávida, estaria fudida. minha mãe não ia achar legal eu chegar e falar: "mãe, esse é o douglas e ele é o pai da criança q eu to esperando." se eu estivesse grávida, talvez encontra-se todas as respostas.
difícil entender.
o telefone tocou e era uma dessas amigas q fazem a vida valer a pena. "não, não vou poder sair pra conversar com vc hj, to d molho, tirei os sisos. é, fudida, pra caralho." e nesses momentos, nem encontrar as pessoas q me fazem querer viver eu posso. a outra está longe. curitiba. foi visitar o irmão q largou tudo pra viver um grande amor. a outra mandou msg. hj é dia das mulheres. eu só queria ser uma mulher pra sentir o orgulho d ter um dia só meu.
hj eu to vazia, inchada, sangrando. puta da vida, com a vida, pela vida.
amanhã, provavelmente a cara desinchou e eu vou poder sorrir de novo.
na segunda, então! vou estar feliz por ter um emprego, um carro e um cara q me come qdo eu ligo pra ele...
quando terminei com o namorado de quase 5 anos, há pouco mais de 6 meses, tinha certeza que ia encontrar a mim mesma. ia encontrar a menina que eu tinha perdido quatro anos e meio antes, quando deixei de ser eu mesma pra ser a namorada perfeita. claro, q no período em que eu finigia ser a namorada dos sonhos, muitas vezes, a minha essência insistia em tomar conta de mim e, quando eu percebia, eu estava sendo a velha garotinha problemática de sempre. e era essa garotinha irresponsável, insensível, insandecida que eu tava procurando quando larguei, pra sempre, o namorado.
em uma semana, não só a encontrei, como ela tomou conta d mim e passei a me sentir completa d novo. momentos incríveis aconteceram... como o q eu descrevi no texto "solteirice", que escrevi em alguma aula da faculdade, no fim do ano passado. conheci pessoas impressionantes, me reaproximei de pessoas inesquecíveis e fiquei plenamente satisfeita.
mas, parece que, com a ausência de dois dentes, estou me sentindo vazia de novo. não vazia o suficiente para ligar pro ex-namorado e querer transar com ele. mas vazia o suficiente para questionar quem eu sou. parece que ser só a garotinha problemática, embebida em álcool e noitadas, não é o suficiente. mas também não é o suficiente ser a namorada perfeita, que ama o namorado e é capaz de qq sacrifício por ele. não são suficientes as amigas, os amigos, as bebidas, as baladas, o sexo ocasional, o sexo com hora marcada com aquele cara q nunca liga no dia seguinte, as músicas, o carro, o dinheiro, a mãe, o pai. nada é suficiente pra mim.
se a falta dos dentes me deixou vazia é pq em algum momento dessa semana, eu achei que estava grávida. e fiquei desesperada, pq, não seria capaz d levar adiante uma gravidez nesse momento louco d vida. mas, se eu estive grávida d verdade, talvez tivesse algum motivo pra não querer estragar a mim mesma, me punir, por eu não conseguir ser quem eu gostaria que eu fosse. se eu estivesse grávida, estaria fudida. minha mãe não ia achar legal eu chegar e falar: "mãe, esse é o douglas e ele é o pai da criança q eu to esperando." se eu estivesse grávida, talvez encontra-se todas as respostas.
difícil entender.
o telefone tocou e era uma dessas amigas q fazem a vida valer a pena. "não, não vou poder sair pra conversar com vc hj, to d molho, tirei os sisos. é, fudida, pra caralho." e nesses momentos, nem encontrar as pessoas q me fazem querer viver eu posso. a outra está longe. curitiba. foi visitar o irmão q largou tudo pra viver um grande amor. a outra mandou msg. hj é dia das mulheres. eu só queria ser uma mulher pra sentir o orgulho d ter um dia só meu.
hj eu to vazia, inchada, sangrando. puta da vida, com a vida, pela vida.
amanhã, provavelmente a cara desinchou e eu vou poder sorrir de novo.
na segunda, então! vou estar feliz por ter um emprego, um carro e um cara q me come qdo eu ligo pra ele...
26 de fev. de 2008
beletrista
Descer do carro. Mas antes, respirar fundo. O ponto de ônibus à direita e a lembrança das noites frias de agosto esperando o horto chegar. O farol de pedestre quebrado. Será que alguma outra vez ele esteve quebrado antes? Não lembro. A escadaria... a longa escadaria... a primeira vez que vi, estava com meu pai e era de dia. Eu tinha subido aquela escada com o coração nos pés. Cada batida, um passo. Dessa vez, era noite. Incontáveis vezes subi e desci ali sem que meu coração batesse. Dessa vez, ele estava batendo de novo. Ritmado pela ansiedade. A lama... ah! A lama! Um dia achei bonito ser hippie, fumar maconha e viver em contato com o natureza... hoje, ela estava ali grudada no meu sapato de cetim. Não vou sentir falta disso. O prédio, a pichação, a xerox. O que são aqueles computadores ali? Além de papel higiênico no banheiro, agora temos computadores ali também? A cópia... as pastas... o Sinomar e seu centro-avante que nunca vem pro jogo. Mais escadas... tantas pessoas, tantas! Posso sentir a ansiedade em seus olhos... tanto quanto eu, a vida delas muda hoje. Mas elas não sabem de nada ainda... é tudo lindo, é tudo perfeito. Elas tem orgulho de estar ali. E eu também. A fila... lembro da primeira fila. O papel estranho, a cópia da cópia da cópia da cópia. As pessoas. Começo a reparar nas pessoas. Nossa! Aquela menina... odiava ela... será que ela imagina o que eu vim fazer aqui? Tomara que ela esteja feliz. Eu estou. Aquele cara... como ele chamava mesmo? Meu deus! Fazia uns 2 anos que eu não via aquela senhora... e essa garota? A da franja, lembra? Gente! É impressionante... parece que hoje, justamente hoje, todos resolveram sair do bueiro, visitar meus olhos e excitar a minha gaveta das lembranças. Quarenta minutos de espera. É... é sempre assim... sempre foi... porque hoje ia ser diferente? É a minha vez. Hahaha! Minha vez chegou! Não é impressionante? Sem gaguejar. A folha de papel nas mãos. Preencher. Solicitar. Aguardar. Ler. Assinar. Pronto. Está feito. Mas, de repente, as luzes apagam. Holofote em mim e nele. “Você achou que ia ser fácil assim?” com uma risada maligna, ele apaga, dado por dado. “Você vai ter que fazer tudo de novo”. As luzes reacendem. As pessoas voltam a conversar. Não. Não tenho que refazer. Acabou mesmo. É o fim. Lembro de quando eu terminei o colégio. Dava uma angústia todas as manhãs. Sonhava, como sonho até hoje, que estava na escola. Mas que eu era mais velha e mais estranha. Ouço a música do White Stripes: “Well we're back in school again and I don't really know anyone. And I don't want to break the rules cause I've broken them all before”. Será que vou sentir saudades? Acordo da alucinação. É o fim. É o fim. E a única vontade que eu tenho é de sair gritando para todos que é o fim. Cambalhota no campo. Acabou! Acabou! Como o Galvão Bueno na final de 94. Não é o tetra. Não se passaram 24 anos. Mas, pra mim é como se fosse. É a graduação. É o fim. É um sonho. É uma desilusão. Há cinco anos atrás eu era uma garotinha deslumbrada por ter passado no vestibular. Hoje, eu sou uma garotinha assustada com o fim da graduação. Se aprendi alguma coisa na faculdade? Aprendi que tudo o que está escrito aqui recebe o nome de lugar-comum.
16 de fev. de 2008
Como acabar com o stress no trabalho em 10 passos simples
1. saia para fumar com um amigo legal que compartilhe dos mesmos dramas que você. Aproveite o momento para falar mal das pessoas que você odeia;
2. almoce com pessoas legais que compartilhem dos mesmos dramas que você. Aproveite o momento para falar mal das pessoas que você odeia. Aproveite, também, para comer comidas gordurosas, se encher de sobremesas e tomar refrigerante. Passe o resto do dia pensando em quanto você vai engordar. Automaticamente, você vai esquecer as pessoas que você odeia;
3. Você esqueceu as pessoas que odeia, mas elas não esqueceram você. Vá até a mesa de café e, acidentalmente, dê um banho melado na sua inimiga número 1 do trabalho;
4. Mande fazer bonecos de vodu das pessoas que você odeia. Enfie alfinetes em seus joelhos e olhos. Enfie palitos de dente em seus ânus e bocas. Amarre os bonecos todos juntos e morra de rir no dia seguinte com as histórias sobre o happy hour em que todos passaram mal;
5. Contrate um profissional especializado em magia negra. Ofereça um carneiro imolado em troca de que seus inimigos percam membros. Não se esqueça que braços e pênis são mais importantes que pés;
6. Contrate uma mãe de santo e faça uma oferenda para alguma pomba-gira para que seus inimigos do trabalho tenham coceira na bunda. Lembre-se com prazer que eles não terão mais mãos para se coçar;
7. Peça para o Zé do Caixão rogar para seus inimigos sua célebre praga que os condena a vagar eternamente no mundo, sentindo dores mais fortes do que um câncer;
8. Coloque o nome de seus inimigos em uma folha de papel branco. Corte a folha e insira os papéis na boca de sapos gordos. Costure a boca das pobres criaturinhas e as jogue no Tietê;
9. Se, mesmo depois do sapo, seus inimigos não amanhecerem mortos, vá para o trabalho armado. Utilize seu AR-15 importado do tráfico carioca sempre que alguém lhe dirigir a palavra. Comece com os seus inimigos e tente deixar os amigos por último;
10. Aproveite cada instante de paz interior comendo de graça em algum manicômio judicial. Gargalhe sempre que lembrar que nunca mais vai trabalhar. Não esqueça de usar a influência daquele seu tio ministro para ter um atendimento VIP.
2. almoce com pessoas legais que compartilhem dos mesmos dramas que você. Aproveite o momento para falar mal das pessoas que você odeia. Aproveite, também, para comer comidas gordurosas, se encher de sobremesas e tomar refrigerante. Passe o resto do dia pensando em quanto você vai engordar. Automaticamente, você vai esquecer as pessoas que você odeia;
3. Você esqueceu as pessoas que odeia, mas elas não esqueceram você. Vá até a mesa de café e, acidentalmente, dê um banho melado na sua inimiga número 1 do trabalho;
4. Mande fazer bonecos de vodu das pessoas que você odeia. Enfie alfinetes em seus joelhos e olhos. Enfie palitos de dente em seus ânus e bocas. Amarre os bonecos todos juntos e morra de rir no dia seguinte com as histórias sobre o happy hour em que todos passaram mal;
5. Contrate um profissional especializado em magia negra. Ofereça um carneiro imolado em troca de que seus inimigos percam membros. Não se esqueça que braços e pênis são mais importantes que pés;
6. Contrate uma mãe de santo e faça uma oferenda para alguma pomba-gira para que seus inimigos do trabalho tenham coceira na bunda. Lembre-se com prazer que eles não terão mais mãos para se coçar;
7. Peça para o Zé do Caixão rogar para seus inimigos sua célebre praga que os condena a vagar eternamente no mundo, sentindo dores mais fortes do que um câncer;
8. Coloque o nome de seus inimigos em uma folha de papel branco. Corte a folha e insira os papéis na boca de sapos gordos. Costure a boca das pobres criaturinhas e as jogue no Tietê;
9. Se, mesmo depois do sapo, seus inimigos não amanhecerem mortos, vá para o trabalho armado. Utilize seu AR-15 importado do tráfico carioca sempre que alguém lhe dirigir a palavra. Comece com os seus inimigos e tente deixar os amigos por último;
10. Aproveite cada instante de paz interior comendo de graça em algum manicômio judicial. Gargalhe sempre que lembrar que nunca mais vai trabalhar. Não esqueça de usar a influência daquele seu tio ministro para ter um atendimento VIP.
Assinar:
Postagens (Atom)